Esse post não tem nada a ver com reformas, mas tem a ver com o caminho que faço todo dia indo da casa dos meus pais até a minha obrinha querida. Esse caminhar me fez perceber uma coisa: gosto das lojas do meu bairro.
E sabem por que?
Primeiro porque elas são ingredientes fortíssimos para moldar a cara do meu bairro. E já não é de hoje que sou apaixonada pelo bairro onde moro. Nasci e cresci aqui e por aqui pretendo ficar ainda muito tempo!
A outra coisa que me fez gostar ainda mais dessas lojas de bairro, foi perceber que seus nomes são, na maioria das vezes, em português. Coisa que não costuma acontecer em lojas de shopping. Todas elas tem seus títulos em alguma língua estrangeira. Quase sempre, o inglês. No pior dos casos, é um misto de inglês com outra língua qualquer. Aí dói!
Sem falar na simplicidade dos seus letreiros. Chega a ser breguinha. Mas é simples. Tem a ver com o bairro :)
Foi aí que resolvi sair fotografando tudo que era fachada de loja com nome em português, pra compartilhar com vocês. Divirtam-se!
E voltamos a nossa programação normal!
Dicas, "causos", o que fazer e o que não fazer na sua obra! Se não tem como fugir da reforma, a gente se diverte com ela!
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Casarão dos lustres - péssima logística!
Sábado passado fui em busca da luz! Ou melhor, das luminárias para minha luz :).
Resolvi fazer uma visitinha ao Casarão dos Lustres, no bairro de Benfica, no Rio de Janeiro. Lá é o verdadeiro mundo da iluminação. Confesso que não cheguei a pesquisar, pra saber se era o lugar mais barato de todos, mas sei que os preços lá costumam ser bons. E a vantagem é que se encontra uma enorme variedade num mesmo local. Vejam nas fotos abaixo.
Ok. Já fiz a propaganda positiva. Agora quero deixar aqui meu grito de indignação! Apesar dos vendedores serem ótimos, solícitos, simpáticos e entenderem do que vendem, o sistema de vendas da loja é péssimo. A começar pelo próprio banco de dados deles. O sistema, que armazena todos os dados do estoque, vive caindo. E quando ele cai, não existe uma outra maneira de se consultar preços, tirar nota, ou seja, fazer a venda.
Depois passamos pra logística da venda que também não é das melhores. Você espera séculos (eles tem até cadeiras de consultório médico, pras pessoas sentarem) até o seu pedido chegar no balcão, pra você conferir. A boa notícia é que tudo é conferido mesmo. Os pacotes são abertos, você checa se está tudo correto, sem defeitos e as lâmpadas são testadas na hora. Mas... Para que cada cliente passe por toda essa checagem, os demais precisam esperar um bocado. Faltam funcionários no balcão de conferência...
E por último, o que me deixou mais indignada! Atenção, se você não pedir a nota fiscal, eles NÃO DÃO! A nota que te entregam, não passa de um pedido comum. Se o cliente não ficar atento, sai de lá sem nota fiscal, independente do quão alta seja sua conta. E pra piorar, você precisa entrar em MAIS UMA FILA pra conseguir a sua nota. ABSURDO!!! Eu sei que não dar nota fiscal, não é exclusividade do Casarão dos Lustres. Já aprendi, que no Brasil, infelizmente, a gente tem que exigir sempre o que é obrigação do comércio. Agora... ter que entrar numa nova fila e esperar seu pedido ser encontrado no sistema, pra que sua nota seja emitida, isso, pra mim, é novidade!!!
Bom, só descobri isso tudo fazendo a compra até o final. Mas agora que já sei os valores dos produtos, vou comparar com outras lojas, caso precise de mais alguma coisa. Se possível, não volto mais lá...
Resolvi fazer uma visitinha ao Casarão dos Lustres, no bairro de Benfica, no Rio de Janeiro. Lá é o verdadeiro mundo da iluminação. Confesso que não cheguei a pesquisar, pra saber se era o lugar mais barato de todos, mas sei que os preços lá costumam ser bons. E a vantagem é que se encontra uma enorme variedade num mesmo local. Vejam nas fotos abaixo.
Ok. Já fiz a propaganda positiva. Agora quero deixar aqui meu grito de indignação! Apesar dos vendedores serem ótimos, solícitos, simpáticos e entenderem do que vendem, o sistema de vendas da loja é péssimo. A começar pelo próprio banco de dados deles. O sistema, que armazena todos os dados do estoque, vive caindo. E quando ele cai, não existe uma outra maneira de se consultar preços, tirar nota, ou seja, fazer a venda.
Depois passamos pra logística da venda que também não é das melhores. Você espera séculos (eles tem até cadeiras de consultório médico, pras pessoas sentarem) até o seu pedido chegar no balcão, pra você conferir. A boa notícia é que tudo é conferido mesmo. Os pacotes são abertos, você checa se está tudo correto, sem defeitos e as lâmpadas são testadas na hora. Mas... Para que cada cliente passe por toda essa checagem, os demais precisam esperar um bocado. Faltam funcionários no balcão de conferência...
E por último, o que me deixou mais indignada! Atenção, se você não pedir a nota fiscal, eles NÃO DÃO! A nota que te entregam, não passa de um pedido comum. Se o cliente não ficar atento, sai de lá sem nota fiscal, independente do quão alta seja sua conta. E pra piorar, você precisa entrar em MAIS UMA FILA pra conseguir a sua nota. ABSURDO!!! Eu sei que não dar nota fiscal, não é exclusividade do Casarão dos Lustres. Já aprendi, que no Brasil, infelizmente, a gente tem que exigir sempre o que é obrigação do comércio. Agora... ter que entrar numa nova fila e esperar seu pedido ser encontrado no sistema, pra que sua nota seja emitida, isso, pra mim, é novidade!!!
Bom, só descobri isso tudo fazendo a compra até o final. Mas agora que já sei os valores dos produtos, vou comparar com outras lojas, caso precise de mais alguma coisa. Se possível, não volto mais lá...
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Era uma vez no apê
Hoje meu tio passou aqui na reforma, pra pegar umas sobras muito boas de madeira. Ele, que é engenheiro aposentado e tem uma oficina em casa, também adora aproveitar material usado que ainda está em bom estado. Aliás, é também um professor Pardal de mão cheia.
Pois bem, minha tia (esposa dele e irmã do meu pai), já morou lá no cafofo, que depois da reforma será meu mais novo lar. A visita dele trouxe boas lembranças da época em que ela ainda morava por lá. Fomos tomar um café e conversamos sobre as modificações que eu estava fazendo no cafofo.
Mas minha surpresa maior, foi ao abrir minha caixa postal, à noite, em casa. Meu tio me mandou belíssimas fotos do meu primo ainda picurruxo, lá no apezito. Não deu outra! Eu tive que pedir pra compartilhar aqui com vocês.
Quase não dá pra ver o apê, eu sei. Mas meu primo tá tão fofolucho nessas fotos, que não resisti!!!
Ah, gente! As fotos são de 1984, tá? Delícia!!!
Pois bem, minha tia (esposa dele e irmã do meu pai), já morou lá no cafofo, que depois da reforma será meu mais novo lar. A visita dele trouxe boas lembranças da época em que ela ainda morava por lá. Fomos tomar um café e conversamos sobre as modificações que eu estava fazendo no cafofo.
Mas minha surpresa maior, foi ao abrir minha caixa postal, à noite, em casa. Meu tio me mandou belíssimas fotos do meu primo ainda picurruxo, lá no apezito. Não deu outra! Eu tive que pedir pra compartilhar aqui com vocês.
Quase não dá pra ver o apê, eu sei. Mas meu primo tá tão fofolucho nessas fotos, que não resisti!!!
Ah, gente! As fotos são de 1984, tá? Delícia!!!
As janelas soltas
Olha o perigo! Dia desses, saindo da obra, meu pai perguntou pra mim, quem vivia abrindo uma das janelas da sala. "Niqui" eu respondi: euzinha! Ele, então, me avisou que o vidro dessa janela estava soltando e que não deveríamos mexer nela.
Uia! Vidro soltando? Sim, caros leitores! E o pior, com o perigo de cair pra fora do apê!
Foi aí que meu pai me mostrou que o vidro tinha sido, brilhantemente, preso por fora, apenas com massa. Pois sim! A moldura de madeira fica dentro do apê, o vidro é encaixado nela, por fora, e é fixo apenas com massa de prender vidro (não sei o nome disso...)! Vejam na foto abaixo o estado da janela!
Bom, depois da mega ventania que tivemos aqui no Rio, meu pai não quis deixar pra corrermos o risco. Então resolveu que a solução seria amarrar o vidro bem amarrado.
Oi? Amarrar o vidro? Pois é. Na hora estava tão cansada, que não pensei como ele faria isso. E não é que a solução me parece bastante funcional? Pegamos uns barbantes de nylon que estavam jogados num canto da obra. Neles meu pai amarrou um pedaço de poliuretano ou algum material esponjoso do gênero, que também estava jogado num canto da obra. Depois envolveu a janela com o dito apetrecho. Como só achamos um pedaço do tal material esponjoso, na outra corda amarramos uma garrafa pet. Vejam na foto abaixo:
E pra arrematar e não dizer que não fiz nada, deixei um bilhetinho pra todos nós nas janelas!
Ai gente, desculpa a falta de modéstia, mas meu pai é um gênio, né não?
Uia! Vidro soltando? Sim, caros leitores! E o pior, com o perigo de cair pra fora do apê!
Foi aí que meu pai me mostrou que o vidro tinha sido, brilhantemente, preso por fora, apenas com massa. Pois sim! A moldura de madeira fica dentro do apê, o vidro é encaixado nela, por fora, e é fixo apenas com massa de prender vidro (não sei o nome disso...)! Vejam na foto abaixo o estado da janela!
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| Medo! Vidro descolando da janela!!! |
Bom, depois da mega ventania que tivemos aqui no Rio, meu pai não quis deixar pra corrermos o risco. Então resolveu que a solução seria amarrar o vidro bem amarrado.
Oi? Amarrar o vidro? Pois é. Na hora estava tão cansada, que não pensei como ele faria isso. E não é que a solução me parece bastante funcional? Pegamos uns barbantes de nylon que estavam jogados num canto da obra. Neles meu pai amarrou um pedaço de poliuretano ou algum material esponjoso do gênero, que também estava jogado num canto da obra. Depois envolveu a janela com o dito apetrecho. Como só achamos um pedaço do tal material esponjoso, na outra corda amarramos uma garrafa pet. Vejam na foto abaixo:

Mas por que diabos seu pai resolveu amarrar essa esponja e essa garrafa no barbante? Simples: Se a gente apenas envolvesse a janela com a corda, nada estaria fazendo pressão contra o vidro. Se ele balançasse, cairia igual. Com a esponja e a garrafa fazendo pressão contra o vidro, ele não tem nem espaço pra vibrar. Legal, né?
E pra garantir que a janela ficasse ainda mais fixa no seu lugar, sem muito espaço pra vibrar, meu pai martelou uns pregos na sua lateral. E pra que o vento tivesse alguma passagem, prendeu um prego no peitoril da janela, de forma que sobrasse uma fresta embaixo dela.
E pra arrematar e não dizer que não fiz nada, deixei um bilhetinho pra todos nós nas janelas!
Ai gente, desculpa a falta de modéstia, mas meu pai é um gênio, né não?
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Entortando canos de PVC
Se você também arrumou um encanador que já estava pensando na sua aposentadoria e fez tudo mais-ou-menos-quem-sabe-ninguém-percebe, pode precisar da dica a seguir. O que aconteceu foi o seguinte: depois que as paredes foram rebocadas e azulejadas, percebemos que o cano de esgoto do vaso do banheiro de serviço havia ficado muito grudado na parede. Resultado, o vaso teria que ser instalado meio de ladinho, quase que na diagonal, senão a pessoa não conseguiria se sentar nele. Gostei não!
Mas quando o mestre-de-obras da primeira fase da reforma (que consistiu em hidráulica e elétrica) viu a besteira que seu empregado havia feito, se prontificou a corrigi-la! Um viva para o Ari! Vejam como ele resolveu esse porém:
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| Primeiro foi necessário quebrar o chão em volta do cano que estava mal posicionado. |
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| Em seguida, ele tirou o cano antigo e colou um novo mais comprido. |
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| Com a ajuda de um maçarico, ele esquentou o cano de PVC, até que ele ficasse flexível e moldável |
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| Aí foi só dar uma leve entortada para o lado, afastando-o da parede. |
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| Caprichoso que só, o Ari mediu direitinho a nova distância do cano à parede. |
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| Pra arrematar, cortou o cano na altura correta! |
Não existe reforma sem erros, mas muitos deles podem ser resolvidos de maneira rápida e simples! Ainda bem!
sábado, 15 de outubro de 2011
Xô peruas!
Querida miguxa, vaidosa e peruete, só tenho um recadinho para você:
"Fique longe da sua reforma!!!"
Por mais que você ache que ama um quebra-quebra, que adora ver paredes caindo, que gostaria muito de estar presente durante todo o processo, que adoraria ver como as coisas numa reforma funcionam, meu conselho de amiga é: fique em casa e acompanhe sua reforma via quem quer que esteja cuidando dela pra você.
Você pode até passar lá nos finais-de-semana, pra dar seus pitacos e ver como andam as coisas. Mas se você não aguenta uma unha quebrada, uma roupa suja, um suor debaixo do braço e acima de tudo, se você AMA cabelos macios, esqueça a presença diária.
Ou então, vá preparada. Siga as dicas desse post e enrole um lenço na cabeça, use um chapéu ou um boné. Mas não se iluda, no final do dia você não vai querer nada além de um bom banho, gastando um tubo inteiro de shampoo!
Beijo e tchau!
"Fique longe da sua reforma!!!"
Por mais que você ache que ama um quebra-quebra, que adora ver paredes caindo, que gostaria muito de estar presente durante todo o processo, que adoraria ver como as coisas numa reforma funcionam, meu conselho de amiga é: fique em casa e acompanhe sua reforma via quem quer que esteja cuidando dela pra você.
Você pode até passar lá nos finais-de-semana, pra dar seus pitacos e ver como andam as coisas. Mas se você não aguenta uma unha quebrada, uma roupa suja, um suor debaixo do braço e acima de tudo, se você AMA cabelos macios, esqueça a presença diária.
Ou então, vá preparada. Siga as dicas desse post e enrole um lenço na cabeça, use um chapéu ou um boné. Mas não se iluda, no final do dia você não vai querer nada além de um bom banho, gastando um tubo inteiro de shampoo!
Beijo e tchau!
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Batendo o nível
Gente, eu ia escrever todo um post sobre como bater o nível. Pra me inspirar resolvi dar uma olhada no meu antigo blog, onde já havia escrito sobre isso, e percebi que o texto lá tinha ficado excelente. As fotos, inclusive, estavam melhores que as atuais. Como eu estou com uma enorme preguiça hoje (quem passa por reforma, sabe que isso acontece com frequência), resolvi replicar o outro post aqui. Assim, os leitores do Reforma Reforma, que ainda não conhecem esse fantástico e ultra moderno método, também ficam por dentro.
E lá vamos nós!
Imagine a seguinte situação: o seu pé direito tem, digamos, quase 3 metros de altura e você quer rebaixá-lo em 15 centímetros, para embutir as luminárias. Como é que o seu gesseiro faz pra que o teto de gesso não fique torto? Não, ele não sai esticando a trena em cada canto da sala, do chão até a altura que você quer que fique o teto. Não. Ele bate o nível!
Aí você me pensa: “Ahhhhhh! Lógico! Ele bate o nível! Eu ia justamente responder isso!”
Bom se você ia responder isso, já deve ter passado por alguma obra na vida, é engenheiro, arquiteto ou coisa do gênero. Pois antes dessa reforma, eu não tinha a menor idéia de que isso existia. Então praqueles que estão na mesma situação que eu estava, eu explico como se faz pra bater o nível.
Primeiro você vai precisar de uma mangueira. Sim, uma simples mangueira cheia de água. Nada de apetrechos tecnológicos com sensores infravermelhos, uma simples mangueira cheia de água é o material usado. Ah, sim, você vai precisar também de um metro ou trena e um lápis ou caneta para riscar a parede. É, você vai fazer um risco horizontal de 1 ou 2 cm na sua parede, na altura que lhe convier.
Parede riscada, você agora encosta a mangueira junto da marcação feita. Pega, então a outra ponta dela e a estica até, digamos, a parede oposta do seu aposento. Geralmente o nível é batido por duas pessoas, tá?
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| Edinho nivela a água dentro da mangueira com o risco feito na parede. |
Continuando, a primeira pessoa, que está segurando a mangueira próxima ao risco, nivela, então, a altura da água que está dentro da mangueira com a altura do risco na parede (ver foto acima). Quando a água estiver paradinha, no mesmo nível do risco (ahá! Por isso que dizemos “bater nível”!), a segunda pessoa encosta a outra ponta da mangueira na parede oposta e aguarda até que a água do outro lado pare de se mexer. Quando a água estiver paradinha, pimba! Ela faz um outro risquinho naquela altura. Pronto! Está batido o nível! Você tem dois riscos, exatamente na mesma altura em relação ao chão.
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| Edinho e Seu Eduardo felizes nos mostrando como se bate o nível |
Existe, logicamente, uma explicação física para esse método, mas não quero entrar nesses pormenores agora, até porque não saberia explicar. Fiquei apenas me perguntando, se nos países chamados desenvolvidos, eles ainda usam uma mangueira com água pra medir alturas e achei a idéia meio absurda. Tinha certeza de que eles teriam aparelhinhos eletrônicos, cheios de guéri-guéri, que apitavam ou acendiam luzes quando à determinada altura do chão. E sabe do que mais? Descobri que esse é um método utilizado mundo afora. Mas também, é tão simples e eficaz. Pra que complicar, né?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Comprando janelas
Toda reforma é um aprendizado. Principalmente se você não é do ramo. São tantas coisas que você nem sabia que existiam... Cada dia que passa, você descobre que nunca tinha pensado que teria que decidir pra que lado deve correr a janela da sua cozinha. Pois é. Hoje vamos falar sobre janelas!
Se a fiação e a hidráulica do apê estavam nas últimas, vocês não imaginam as janelas... Uma pior que a outra. Dá uma olhada no basculante que ficava no banheiro. Olha o estado do pobre!
E lá fui eu atrás de fornecedor de esquadrias de alumínio. Alumínio, sim! Pois não quero essa ferrugem de novo nas minhas janelas!
A experiência me ensinou o seguinte: quando se trata de qualquer tipo de serviço, peça indicação. Sim, senhores! Da última vez que resolvi entrar na primeira loja de rua que vendia janelas e fechar negócio, me ferrei de verde e amarelo.
Depois de muito perguntar (quem passa por reforma, vira o chato perguntador), consegui algumas indicações. Vieram, então, tirar as medidas. E começaram as perguntas:
- Aqui a senhora vai querer basculante ou Maxi-ar?
Pra quem não conhece, a janela Maxi ar abre para cima e tem um ferrinho que a prende na sua base aberta. Veja na imagem ao lado.
- Qual será a altura do fecho?
No centro da janela, você diria. Nem sempre, caros leitores. Nem sempre. Se sua janela de correr é muito alta, o fecho no centro dela ficaria inacessível. Principalmente se a sua janela fica sobre a bancada da cozinha, por exemplo. A profundidade da bancada te coloca mais distante ainda da janela e consequentemente, do seu fecho. Então, se o vendedor não te fizer essa pergunta, não se esqueça de apontar esse detalhe!
- A senhora quer que forneçamos as pedras?
Pedras? Mais que pedras? Janela tem pedra? A janela, não, mas o peitoril dela, sim! Normalmente os fabricantes das janelas costumam fornecer também o peitoril (cobram por isso, lógico). A vantagem é que a pedra vem no tamanho correto e é colocada pelo vendedor. A desvantagem é que a pedra que eles fornecem é o mármore, que é mais barato, mas dura bem menos que o granito e escurece logo. No meu caso, escolhi comprar os peitoris em separado e vou usar o granito branco itaúnas (imagem ao lado)
- Pra que lado deve correr a janela?
Essa me pegou de surpresa! Nunca tinha pensado nisso, até porque a janela vai correr pros dois lados. Mas... Ela terá 3 folhas, então eu tive que decidir se a folha que fica mais pra dentro do apê fica à direita ou à esquerda. Na imagem abaixo, a folha que fica mais pra dentro é a da direita, reparem:
- A senhora vai querer um quadro fixo ou basculantes na janela de correr?
Nos basculantes, costuma-se colocar um quadro fixo na base. E se você tiver um aquecedor ao lado da janela, vai precisar de uma quadro fixo com um furo no vidro para a passagem do duto. É obrigatório, tá?
Gosto de ter basculante no topo das janelas altas, porque se o tempo estiver quente com chuva ou muito frio você fecha as janelas de correr e abre o basculante apenas, tanto pra proteger o ambiente da chuva quanto pra deixar entrar algum ar. Ao lado a foto de uma janela com quadros fixos no topo.
Essas são algumas das dicas que anotei pra publicar aqui no blog. Se alguém se lembrar de mais alguma, pode deixar nos comentários! Todos nós agradecemos! :)
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Porta aumentada e escorada
Fazendo uma releitura da célebre frase de Lavoisier, poderia dizer que "Numa reforma nada se perde, nada se cria, tudo se transforma". Reaproveitar não é apenas ecologicamente correto, como também, bastante econômico. Então se você tem material no seu apê que ainda está em bom estado, pode sempre reutilizá-lo!
Isso aconteceu com as portas da área e a da entrada de serviços do meu apê. Segundo bem observado pelo meu pai, como não deu bicho em nenhuma delas até hoje, são de madeira de qualidade. Seria então, inteligente, continuarmos com elas.
Porém, ai porém, escolhemos alargar o vão delas, pra não termos problemas com a passagem de eletrodomésticos, móveis etc e tal. Portas largas são sempre bem vindas, até mesmo por uma questão de acessibilidade. Pessoas que usam cadeira de rodas, por exemplo, agradecem.
Pois bem, com esse aumento do vão de passagem, as portas que tínhamos não seriam mais largas o suficiente para fechá-los, correto? E agora, José?
Bom, o José não respondeu, mas o Toninho, nosso marceneiro de plantão, sim! Bastou encabeçar as laterais das portas com ripas de madeira e pronto! Portas mais largas em um dia! Confiram na foto abaixo:
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| Portas encabeçadas nas laterais |
Simples assim! Depois é só emassar e pintar. Ficam como novas!
E olha lá a porta de serviços já alargada e colocada no seu devido lugar! Só faltou a tranca. E enquanto ela não é colocada, umas boas escoras de madeira deixam qualquer intruso de fora. Três delas tá bom pra você?
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| Só um aríete gigante pra derrubar essa porta, né não? |
domingo, 9 de outubro de 2011
Os 10 melhores blogs para você decorar ou reformar a sua casa
Gente, gente! Já estou há um tempão pra falar sobre isso, mas a reforma me consome! Quem passou ou está passando por isso, me entende.
Pois bem, a notícia é a seguinte: esse humilde blog, que alguns de vocês costuma seguir, entrou para a lista dos "10 melhores blogs para você decorar ou reformar a sua casa", segundo o site emprestimo.org!!! Não é lindo?!
Quero agradecer ao Guilherme, que escreveu esse artigo e incluiu o meu querido bloguinho na sua lista! Aliás, o texto publicado na matéria, sobre o Reforma Reforma, tá ótimo! Me deixou muito orgulhosa! Valeu mesmo, Guilherme! Fiquei super feliz!
Ah! E se o tema empréstimos e economia te interessa, dá um pulinho lá no emprestimo.org, que tem dicas bem legais!
E voltamos à nossa programação normal! :D
Pois bem, a notícia é a seguinte: esse humilde blog, que alguns de vocês costuma seguir, entrou para a lista dos "10 melhores blogs para você decorar ou reformar a sua casa", segundo o site emprestimo.org!!! Não é lindo?!
Quero agradecer ao Guilherme, que escreveu esse artigo e incluiu o meu querido bloguinho na sua lista! Aliás, o texto publicado na matéria, sobre o Reforma Reforma, tá ótimo! Me deixou muito orgulhosa! Valeu mesmo, Guilherme! Fiquei super feliz!
Ah! E se o tema empréstimos e economia te interessa, dá um pulinho lá no emprestimo.org, que tem dicas bem legais!
E voltamos à nossa programação normal! :D
sábado, 8 de outubro de 2011
Chão do box
Ontem fiquei brincando de arrumar o revestimento do chão do box de formas diferentes. O que me ajudou a quase decidir o desenho que vou querer fazer com esse piso.
Ah! Não se enganem pelas fotos. O chão não será de madeira. Trata-se de um piso (ou azulejo - ele pode ser usado na parede também) que imita madeira. Tá na modinha agora e essa onda me pegou. A idéia surgiu quando vi os boxes das minhas primas, nos quais elas colocaram decks de madeira de verdade. Acho o visual bacana, mas não curto molhar madeira. Acho a manutenção meio chatonilda. Mas a ideia ficou na cabeça e quando vi esses azulejos que tem cara de tábuas corridas, resolvi que o chão do box seria assim.
Então hoje foi o dia de suar a camisa, arrastando pisos de um lado pro outro. Agora fica mais fácil decidir.
E antes que alguém me pergunte: o piso em questão é o Pau Brasil Natural, formato 15 x 67 da Itagres :)
E vamos ao que interessa!
Nas duas primeiras fotos, as "tábuas" foram colocadas em posições intercaladas. A diferença entre uma foto e outra é a posição dos cortes. A maior desvantagem desse desenho fica por conta dos cortes que precisarão ser feitos no piso. Teríamos sempre uma das extremidades do box com um pedacinho de piso bem fininho, o que não acho tão bonito, além de dificultar a sua colocação.
A próxima opção de layout é bem quadradinha. É a que menos me agrada. E mais uma vez teríamos pequenos pedaços de piso em uma das extremidades do box.
Ah! Não se enganem pelas fotos. O chão não será de madeira. Trata-se de um piso (ou azulejo - ele pode ser usado na parede também) que imita madeira. Tá na modinha agora e essa onda me pegou. A idéia surgiu quando vi os boxes das minhas primas, nos quais elas colocaram decks de madeira de verdade. Acho o visual bacana, mas não curto molhar madeira. Acho a manutenção meio chatonilda. Mas a ideia ficou na cabeça e quando vi esses azulejos que tem cara de tábuas corridas, resolvi que o chão do box seria assim.
Então hoje foi o dia de suar a camisa, arrastando pisos de um lado pro outro. Agora fica mais fácil decidir.
E antes que alguém me pergunte: o piso em questão é o Pau Brasil Natural, formato 15 x 67 da Itagres :)
E vamos ao que interessa!
Nas duas primeiras fotos, as "tábuas" foram colocadas em posições intercaladas. A diferença entre uma foto e outra é a posição dos cortes. A maior desvantagem desse desenho fica por conta dos cortes que precisarão ser feitos no piso. Teríamos sempre uma das extremidades do box com um pedacinho de piso bem fininho, o que não acho tão bonito, além de dificultar a sua colocação.
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| Nessa disposição os cortes do piso ficariam à esquerda e na frente. |
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| Já nesse outro layout, os cortes ficariam à direita e no fundo. |
A próxima opção de layout é bem quadradinha. É a que menos me agrada. E mais uma vez teríamos pequenos pedaços de piso em uma das extremidades do box.
Na última opção, temos o melhor aproveitamento das "tábuas". Elas cabem direitinho na profundidade, mas infelizmente ainda precisaríamos de um pedaço fininho de piso em uma das laterais. O divertido desse desenho é que fica bem com cara de deck.

Confesso que estou entre essa última disposição e uma das duas primeiras. E vocês? O que acham?
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Colocando azulejos
Não é a minha intenção, com esse post, dar uma aula de colocação de azulejos. Até porque não sou nenhuma especialista. Mas, nada me impede de compartilhar com vocês algumas coisas que ando aprendendo na prática, né? Então vamos lá!
"Mas por que ele usa um calço ao invés de já começar com os azulejos cortados mesmo?" Essa foi a pergunta que eu me fiz. A resposta é simples: pra que os azulejos fiquem todos nivelados com o chão, o azulejista precisa ajustar o calço. Um pouquinho mais pra cima num canto, um pouco mais pra baixo no outro. Afinal, nenhum chão é super reto. Se ele cortasse os azulejos logo numa altura definida, corria o risco de cortar torto e jogar material fora. Com o calço de madeira, ele tem a flexibilidade de ajuste da posição dos azulejos.
Calço no lugar, ele começa a revestir a parede de baixo pra cima. Iniciando pela segunda fileira, apoiada no calço, ele segue até o topo. Por último, coloca os azulejos da primeira fileira, próxima ao chão.
Para que os azulejos fiquem bem colocados, o correto é que se passe massa na parede e nas peças. Com a ajuda de uma desempenadeira dentada, o azulejista faz ranhuras na massa, para que sua aderência seja melhor.
Legal, legal! Mas ainda fiquei com uma dúvida, dona Biancolina! Como é que o azulejista corta os azulejos, pra revestir cantos menores? Ele usa um cortador de azulejos! Oh!!!
Pra começar você terá que decidir se quer a colocação dos azulejos começando pelo teto ou pelo chão. É bem provável que você tenha que fazer essa escolha, porque raramente a altura dos azulejos preenche direitinho a da parede. Então você terá que escolher se quer o azulejo cortado próximo do chão ou do teto. Normalmente a gente coloca o pedaço menor no chão, porque essa parte fica escondida pelo piso, que entra por cima. Decidido isso, o azulejista conta de cima pra baixo, quantas peças de azulejo cabem inteiras na sua parede e calcula o quanto tem que cortar da peça que ficará menor.
Tudo medido, o azulejista monta, então, um calço com pedaços de madeira, sobre o qual ele irá apoiar a primeira fileira de azulejos inteiros. Veja na foto abaixo.
Tudo medido, o azulejista monta, então, um calço com pedaços de madeira, sobre o qual ele irá apoiar a primeira fileira de azulejos inteiros. Veja na foto abaixo.

"Mas por que ele usa um calço ao invés de já começar com os azulejos cortados mesmo?" Essa foi a pergunta que eu me fiz. A resposta é simples: pra que os azulejos fiquem todos nivelados com o chão, o azulejista precisa ajustar o calço. Um pouquinho mais pra cima num canto, um pouco mais pra baixo no outro. Afinal, nenhum chão é super reto. Se ele cortasse os azulejos logo numa altura definida, corria o risco de cortar torto e jogar material fora. Com o calço de madeira, ele tem a flexibilidade de ajuste da posição dos azulejos.
Calço no lugar, ele começa a revestir a parede de baixo pra cima. Iniciando pela segunda fileira, apoiada no calço, ele segue até o topo. Por último, coloca os azulejos da primeira fileira, próxima ao chão.
Para que os azulejos fiquem bem colocados, o correto é que se passe massa na parede e nas peças. Com a ajuda de uma desempenadeira dentada, o azulejista faz ranhuras na massa, para que sua aderência seja melhor.
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| Apresentamos a desempenadeira dentada! |
Detalhe importante: O sentido das ranhuras da parede deve ficar perpendicular ao das ranhuras do azulejo, como você pode ver na foto abaixo (ranhuras da parede estão na vertical e as do azulejo, na horizontal):
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| Esse é o Denilson, nosso azulejista. Se quiser o contato dele, deixe um comentário aqui no blog. |
Quando o azulejista teima em não colocar massa na parede e no azulejo, o resultado é que a massa não se espalha de maneira uniforme. Na foto abaixo você vê o que acontece quando a massa não fica bem assentada. As manchas claras são os espaços onde a massa não pegou na parede. Esse espaços ficariam ocos, facilitando a quebra do azulejo. Se isso acontecer no piso, então, é prato cheio pra rachaduras.
Dependendo do tipo de azulejo comprado, o espaçamento entre eles varia. No caso ilustrado, temos um revestimento retificado. Ou seja, sua borda tem uma quina viva. Já os azulejos chamados bold tem suas bordas arredondadas (Mais explicações sobre diferentes bordas de azulejos e pisos, nesse blog). O espaçamento entre peças usado na colocação de azulejos retificados costuma ser menor (aqui a distância foi de 1mm). Fique atento a essas especificações.
Tá, mas como é que eu sei que entre um azulejo e outro eu tenho exatamente 1 ou 2mm? Fico medindo com a régua? Nã-nã-ni-nã-não! Você compra os espaçadores, que nada mais são do que pecinhas de plástico em forma de cruz, que você encaixa entre uma peça e outra. Fotos abaixo!
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| Espaçadores de 1mm |
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| Espaçador encaixado entre azulejos |
Legal, legal! Mas ainda fiquei com uma dúvida, dona Biancolina! Como é que o azulejista corta os azulejos, pra revestir cantos menores? Ele usa um cortador de azulejos! Oh!!!
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| Este é o cortador de azulejos. Ele possui uma ponta afiadíssima, presa a um braço que corre em linha reta. O azulejista marca a linha no azulejo e passa a régua! |
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| Aqui você vê a ponta do cortador de azulejos. Nada mais do que um disco de metal bem afiado. Bem ao estilo cortador de pizza, saca? |
E por fim, mas não menos importante, temos o acabamento das quinas. Se o seu azulejista é tão caprichoso quanto o Denilson, ele vai preparar os azulejos que serão colocados nas quinas das suas paredes. Repare na foto abaixo, que você não vê a borda de nenhum dos azulejos nessa quina. Como ele fez isso???
Com o uso da máquina que produz o som mais irritante de todos numa obra e que gera o pó mais fino do universo, a makita, o azulejista faz um ângulo de 45° nas bordas dos azulejos, assim ele consegue encaixar borda com borda no ângulo de 90°. Show, né?
Tcharan!!! E aqui, o resultado da brincadeira!
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Protegendo seu material
Depois de um longo e tenebroso inverno, mais de um mês de obra parada, retornamos com força total! Agora vai!
Bons ventos sopraram e eu finalmente consegui comprar os revestimentos do apezito. Eeeeee!!! Vocês mal podem imaginar o suplício que foi pra mimzinha decidir o que queria. Uma vez tudo decidido e comprado, bateu aquele alívio! Ufa! Menos um problema! Uhu!
Mas então, não é porque já foi tudo comprado e entregue, que você deve dar menos atenção ao seu material, certo? Lembre-se: numa reforma tudo vira apoio, mesa, cadeira ou entulho. Vejam na foto abaixo:
Bons ventos sopraram e eu finalmente consegui comprar os revestimentos do apezito. Eeeeee!!! Vocês mal podem imaginar o suplício que foi pra mimzinha decidir o que queria. Uma vez tudo decidido e comprado, bateu aquele alívio! Ufa! Menos um problema! Uhu!
Mas então, não é porque já foi tudo comprado e entregue, que você deve dar menos atenção ao seu material, certo? Lembre-se: numa reforma tudo vira apoio, mesa, cadeira ou entulho. Vejam na foto abaixo:
Legal, né? Meus azulejos retificados lindões viraram mesa... Tsc, tsc, tsc.
Mas nem tudo está perdido, com cuidados bem básicos, você resolve esse problema.
Solução 1: Simplesmente vire a caixa, deixando a face de papelão virada pra cima e o lado onde o azulejo fica exposto, pra baixo.
Solução 2: Se a caixa for muito pesada e você não estiver a fim de pedir para o pedreiro virá-la pra você (vai que ele está num mau dia ou já está te chamando de chato pra baixo...), cubra os azulejos com uma revista ou jornais (várias folhas, tá?). Se quiser reforçar a proteção, prenda as folhas com fita crepe, assim não tem a desculpa de que elas voaram e saíram do lugar.
Essas dicas podem parecer bobas, mas na correria e na confusão da reforma, a gente nem sempre se toca em fazer isso. ;)
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